É praticamente impossível, imaginar “a vida” de um estatístico sem os recursos computacionais. Pelo menos nos dias de hoje! Era comum, e ainda me lembro, como se fosse hoje, quando um professor da graduação comentava orgulhoso, da época em que analisava dados em um “cartão de ponto”. Ou até mesmo, quando deixava um “pequeno script de programação” rodando em uma máquina gigante, de um dia para o outro.

Algumas pessoas, ao lerem esse post, provavelmente lembrarão disso. Outras, sequer ouviram falar! Já nasceram na época da programação de alto nível! Onde tudo que é tipo de informação está disponível no “Google”que até 1998 não existia. Obrigado Larry Page e Sergey Brin, por nos tornarem mais autodidatas.

Mas de que adianta tanta informação, se o estatístico não souber o que fazer? Você sabe fazer as “perguntas” certas para o software? E os resultados? Como interpretá-los? O que eles querem dizer? Será que é isso mesmo?

Estamos aqui para desmistificar, e falar sobre mais um tema da série: verdades sobre um estatístico.

Não existe essa história de que o “software faz tudo para o estatístico”

Já ouvi muitas vezes, frases como: “Usa o R, você vai conseguir resolver esse problema”. “A base de dados é grande, vamos trabalhar com o SAS”. “E se usarmos o R com o Python”? Espero que mais alguém tenha ouvido perguntas como essas. Mas a questão é: o software não trabalha sozinho, e não faz tudo.

Não importa se você trabalha com a linguagen R, linguagem Python, Minitab, SPSS, Stata O que importa é: “Você sabe o que está fazendo?”

O que eles querem dizer?

O que eles querem dizer?


Material usado

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